sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

I fail at life.

Somehow I always manage to make the wrong choice.

Not sure why I still bother.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Sério, Peeta.

Pára de me deixar romantiquinha, falou? 

Não acho isso legal.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Banned Book Week

Ou, a Semana dos Livros Banidos. Acontece todo ano nos EUA e eu NUNCA me acostumo com a idéia. Esse ano, até agora, 'baniram' Speak (que deu origem ao filme O Segredo de Melinda) e Twisted, ambos da Laurie Halse Anderson, e Livind Dead Girl, da Elizabeth Scott. Dizem que pelo conteúdo ser pesado e "inapropriado". Guess what? Não são livros para crianças. Certo, são classificados como Young Adult, mas isso não quer dizer que todo adolescente possa ler.

Não sei muito sobre Twisted, mas Speak e Living Dead Girl lidam com situações bem delicadas. As protagonistas são abusadas, de maneiras diferentes, e reagem de maneiras diferentes. Esse tema incomoda você? Não leia. Não compre os livros para os seus filhos. Finja que o mundo é cor de rosa e também não deixe que eles assistam jornal.

Mas vem cá, ninguém tem o direito de interferir na vida dos outros. Se eu não sou afetada pelo tema (ou até sou afetada, mas sei que é real e importante conhecer para ter uma opinião de mundo bem formada), eu posso ler. Se você acha que seus filhos podem lidar bem com o tema, não é melhor ler algo assim com eles e discutir sobre os livros, traçando paralelos com a vida real (casos reais é o que não falta), e talvez até tornando-os menos suscetíveis a serem vítimas?

Meu ponto é: nem todo mundo tem a maturidade necessária para ler algo sobre sequestro e abuso, ou vários outros temas. Esses livros e vários outros (posso incluir nessa lista Uma Vida Interrompida, da Alice Sebould, ou Os 13 Porquês, de Jay Asher) nos ajudam a ver a realidade de outra maneira, tudo na segurança de nossas casas, quando somos sortudos o bastante para nunca termos passado por essa situação. Para alguém que foi vítima, eles podem representar bem mais, podem ser um consolo, um encorajamento para continuar vivendo, uma motivação para superar o trauma. Não acho certo tentar tirar isso de ninguém.

Não sabe se um livro é "apropriado" para você ou alguém que você conhece? Se informe. Procure blogs e resenhas no Google, veja a idade média de quem leu no Skoob ou Shelfari, pergunte a alguém sobre o livro. Perdi as contas de quantas pessoas já me perguntaram e pediram conselhos sobre livros; nem sempre pais, mas adolescentes mesmo, preocupados com o conteúdo do livro. E sabe de uma coisa? Qualquer pessoa que tenha um blog de resenhas vai te responder sem o menor problema, e vai ser sincera. O objetivo maior de blogs literários é justamente esse, divulgar livros e ajudar quem também gosta de ler.

Então. Banir livros: nada bom. Se informar e não ler algo que você não sabe se está preparado: totalmente compreensível e encorajado.

Escrito aqui (meu blog pessoal) porque enfim, é a minha opinião. Para resenhas, notícias e dicas de livros, me encontrem lá no San Diegirls :D

domingo, 12 de setembro de 2010

Austen girls

I am currently reading Mansfield Park, and it is my favorite Austen novel so far. I have yet to read Emma and Northanger Abbey, so there is a chance for change in the future, but for the time being, Mansfield Park is the one.

While I do adore Miss Elizabeth Bennett's irony and world view, Miss Fanny Price is quite frankly the most adorable Austen girl I have read up to now. Pleased to be your acquaintance, Miss Price, and I hope you stay adorable until I finish the book.

Plus, I just love reading English classics - the writing is too beautiful!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Identificação

É engraçado o modo como identificação funciona. Não aquilo de mostrar documento e provar que você é- surpresa, surpresa - você mesma, mas aquilo de ler um livro, ver um filme ou seriado, ouvir uma música, etc, e pensar/sentir "uau, isso é tão verdade!" ou "essa pessoa parece que me conhece". Às vezes chega a ser bizarro o quão similares a algo fictício (ou não) somos.

Um exemplo: há meros cinco minutos, li uma frase em Leaving Paradise (da Simone Elkeles, que descobri e comecei a ler hoje) com a qual me identifico muito. Na verdade, estava pensando nisso ainda hoje. Talvez 95% das pessoas que gostem do livro sintam o mesmo. Ou talvez somente 5%. Eu sempre fui a minoria nesse caso. "I'm fine with alone. I'm used to alone. Alone is comfortable for me, it's quiet and doesn't demand I be happy or satisfied or ... asked any questions." Traduzindo: "Estou bem com 'só'. Estou acostumada com 'só'. 'Só' é confortável para mim, é calmo e não exige que eu esteja feliz ou satisfeita ou... faz qualquer pergunta."

Sim, estou num momento antissocial, por que a pergunta? 

Esse é um dos grandes fatores que me fazem gostar de algo. Isso é válido para a maioria das pessoas, acredito. Se você não consegue ver nada de si mesmo, por mais narcisista que isso soe, dificilmente vai gostar de algo. Não necessariamente aquilo que você é; às vezes é algo que você gostaria de ser, ou algo que lembra alguém que você conhece, mesmo que essa pessoa seja o oposto seu; às vezes um personagem é alguém de quem você gostaria de ser amigo.

E creio que seja um dos grandes motivos pra eu ser eternamente fangirl de Gilmore Girls. Identificação e timing. Claro, o seriado tem diálogos maravilhosos, inteligentes e com mais referências a cultura pop que qualquer outra coisa que conheço (tanto que mesmo depois de ver as sete temporadas milhares de vezes, ainda tem algumas que passam despercebidas). Mas além de ser uma série genial, é uma série que tem uma personagem principal com a qual eu me identifico um pouco mais do que seria saudável - Rory - e outra de quem eu gostaria de roubar algumas qualidades - Lorelai. Além da ~identificação~, eu comecei a assistir a série na hora certa. Ela foi lançada exatamente no melhor momento pra me viciar. Por quê? Simples. Apesar de ser talvez um ano mais velha que eu, Rory passou pelas mesmas experiências na mesma época que eu. Ela acabou o ensino médio alguns meses depois de mim, então eu entendi tudo que ela sentiu ali. Começou a faculdade também numa época parecida com a minha, e também se perdeu no campus no início; além disso, eu teria a mesma reação se tivesse que morar na faculdade. "I need my mommy and don't care who knows it!"

O mesmo vale para o final da série. Perto do fim da faculdade, ela compara o sentimento ao de estar à beira de um abismo, sem ter a menor idéia do que está à frente, se é bom ou ruim, ou mesmo qual será o próximo passo. Talvez todo formando se sinta assim (eu sei que não era a única na minha turma a ter essa sensação de abismo), mas quando vi o episódio em que ela diz tudo isso, lembro de ter ficado boquiaberta. Era como se Amy Sherman (ou quem quer que escreveu o episódio - não lembro agora) (e sim, eu sou nerd/viciada a ponto de saber quem escreveu o episódio. Pelo menos os meus favoritos) tivesse lido minha mente e escrito tudo lá. E todo esse estresse pra quê? Pra ela ser contratada logo que saiu da faculdade. E surprise, surprise: o mesmo aconteceu comigo. Consegui um emprego antes mesmo de me formar, já que o pessoal do local onde estagiei no meu último semestre esperou somente isso - meu diploma - pra me oficializar lá.

Sinto que o post perdeu um pouco o sentido, mas e daí? Nada nesse blog tem sentido mesmo. e são quase 3 da manhã.

Então. Depois disso tudo, eu já desisti de uma carreira, me decidi por outra, vou fazer faculdade de novo, e rezar que desta vez o happy ending dure mais tempo. Eu acho que sim, já que agora tenho todo aquele lance de mais maturidade e tals. Ou não. Nunca se sabe. Mas dessa vez eu sinto que vai ser melhor.

Realmente gostaria de saber como a Rory estaria atualmente. Será que ela já trabalha pra algum grande jornal? Ou, considerando nossas similaridades, talvez tenha resolvido se juntar a Paris em seu curso de medicina, fazendo algo completamente diferente do que tinha imaginado? (não, eu não vou fazer medicina. Foi só um exemplo. Eu não sou boa com doenças.)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ontem à noite

22h - Começo a ler Mockingjay, pensando "vou ver se avanço um pouco a leitura antes de dormir."

0h - Considero seriamente a ideia de virar a noite lendo. Porque não consigo imaginar como conseguiria dormir antes de saber o final. Resolvo pegar uma caixa de Bis pra aliviar um pouco a tensão do livro.

0h30 - Acabo a caixa de Bis. Suzanne Collins vai me deixar depressiva e com alguns quilos a mais, nesse ritmo.

2h - Percebo que realmente não vou dormir. 

5h30 - Acabo de ler. Fico encarando o epílogo, sem acreditar que terminei de ler uma das melhores séries que já vi. Não consigo parar de pensar em tudo que aconteceu no livro inteiro. Começo a pensar na série como um todo. A vontade de reler Hunger Games e Catching Fire é grande, apesar de eu ter relido os dois mês passado.

6h - As outras pessoas da casa começam a acordar; estranham eu estar acordada, até eu dizer que na verdade ainda não dormi. Resolvo tomar café da manhã e esperar meus irmãos irem pra aula antes de realmente ir dormir.

7h - Desmaio em cima da cama. Ainda tensa com Mockingjay. O que significa que tenho sonhos super agitados.

15h30 - Acordo.

23h15 - AINDA não parei de pensar na série. Sinto que isso vai durar um bom tempo. Passei o dia imaginando cenas do livro como se fosse um filme.

What now?

Então. Acabei Mockingjay há 5 minutos. São 5h35 da manhã. Como voltar à realidade depois disso? Mesmo depois de saber o fim, não consigo parar de pensar sobre a série.