quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Avatar

É, eu assisti Avatar. O dos homenzinhos azuis que passou meses me atormentando com propagandas e trailers e me fazendo pensar que as novidades que saíam eram sobre o Avatar do Nickelodeon (que eu mal posso esperar pra ver). Confesso que fui mais pela novidade e curiosidade de ver o 3D do que pelo filme em si.


E, bom, não posso dizer que me surpreendeu. o 3D é legal e interessante, e valeu a pena conhecer. O filme é divertido. Mas não inovador. Certo, tem um mundo novo, criaturas estranhas pokémons digimons diferentes, uma humanidade mais desenvolvida tecnologicamente, ou não - as armas deles ainda eram muito similares às atuais. Com exceção do projeto Avatar e dos robôs Gundam PatLabor que ele usavam, era bem similar ao nosso mundo atual. Ah, e as naves capazes de atingir outro planeta e tals.


O romance... Er. Não sou a pessoa mais romântica por aí. Em filmes, é mais complicado, porque não há muito tempo para se apegar aos personagens. Em livros e séries, eu consigo realmente gostar do romance da história, e em alguns filmes também; não foi o caso com Avatar. Isso e o fato de eu ter dificuldade em diferenciar os carinhas azuis. Passei o filme inteiro sem saber direito quem era quem ali, exceto por uns dois personagens.


Em resumo... Eu provavelmente teria gostado mais do filme se a mídia não insistisse em criar modinha onde não existe. É muito melhor um filme estrear com a quantidade normal de propagandas e se dar bem pelo boca-a-boca do que tentar forçar algo goela abaixo dos espectadores. Simples assim. Se o filme é essa coca cola toda, pra que ficar martelando o tempo todo? Isso me cheira insegurança.


On a side note, passou o trailer de Alice no País das Maravilhas. Em 3D. Mal posso esperar!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

New Moon - the movie.

Então... Já estreou há mais de uma semana, e eu já deveria ter feito minha resenha. Mas who cares? Farei agora.
Do começo: Amei o trecho de Shakespeare na abertura. Melhor do que se usassem uma parte do prólogo mesmo. E o sonho da Bella, tava apreensiva que eles não fossem colocar isso no filme, mas ficou ótimo! E a Summit parece que investiu em glitter... O brilho do Edward ainda não tava como descrito no livro, mas tava melhor do que no primeiro, pelo menos. Provavelmente por causa do Chris e sua experiência com CGI. E Charlie com as piadas sobre a idade da Bella? Hilário!
Bella no colégio, gostei de ver alguma interação com os 'humanos'. E também de vê-la à vontade com os Cullen, brincando com todos eles, inclusive Jasper. Boa maneira de mostrar que ela sentiria falta da família inteira, não só Edward.
Então, a cena do aniversário. Uma das primeiras a serem divulgadas, uma das mais vistas e analisadas antes do filme, sinto como se não tenha muito a dizer sobre ela, exceto que foi bastante fiel ao livro. Assim como a maior parte do filme, na verdade. A conversa entre Carlisle e Bella também foi interessante, e Peter s2
Ouvindo a trilha, não tinha gostado muito de Roslyn. Porém, encaixou perfeitamente no momento que os Cullen somem, melancólica e linda, e montou bem o clima pra cena de "break-up" (desculpa, mas esqueci o nome em português, ah, e não ligo, rs. Ninguém lê isso mesmo.) Que também foi muito legal. Dava pra ver o mundo dela caindo, e a dor dele de (acreditar) ter que ir.
Sam na floresta: alguém mais lembrou do Sirius? Er.
Mais uma música perfeita pra cena, Possibility. Os meses passando com Bella sentada no mesmo lugar ilustraram bem as páginas em branco do livro, e os e-mails foram uma saída inteligente pra ter uma narração sem parecer que a voz estava vindo do nada. Apesar de, er, a Bella estar falando sozinha. Virou tipo um diário, digamos assim.
Hmm, agora não sei bem o que vem a seguir. Bella-zumbi ficou ótima, Kris sabe fazer depressão bem. A cena que ela vai pro cinema com Jessica também é muito boa, Anna Kendrik arrasa demais! E a ilusão dizendo "Você prometeu, nada arriscado", levando a resposta "Você prometeu que seria como se você nunca tivesse existido. Você mentiu.", foi muito bom. Aí a gente disfarça o fato de que aquele cara nunca deixaria a menina simplesmente ir embora numa boa daquele jeito depois de subir na moto, mas enfim.
Hmm, depois disso, Jacob. Ok, eu gosto dele, é um bom personagem, e o motivo de a Bella não ter morrido em New Moon. Mas não consigo evitar perder um pouco o interesse nessa parte do filme. I'm not into that whole cougar thing. Bom, Bella arranja as motos, Jacob conserta, Bella fica menos deprimida, mais visões, Jacob sem camisa.
Aí, movie night com Mike e Jacob! Também bastante similar ao livro, e a expressão do Taylor quando Mike volta e interrompe ele e Bella é impagável. O garoto vai longe.
Lobos, auauau. Outra cena de "break-up", também bastante emocionante, e Bella mais uma vez fica sozinha.
E resolve fazer o que? Procurar a clareira no meio do mato, claro. Aí encontra a clareira e Laurent - e os lobos. Ela corre pra casa e avisa Charlie (que tem a ótima fala "What the hell were you doing in the woods?!", que tem que ser ouvida na voz do Billy Burke pra ter noção de quão WIN a fala na verdade é.)
Acho que inverti as cenas ali em cima, mas whatever. Apressando o passo: Eu realmente não me importo muito com as cenas dos lobos. É o bastante dizer que é fiel ao livro.
A cena Lobos-caçam-Victoria-que-caça-Charlie-que-caça-lobos é muito boa, e mais uma música que ficou perfeita pra cena, Hearing Damage. E Rachelle, sentirei sua falta em Eclipse. Com certeza. Ela tá simplesmente perfeita nessa cena, sem palavras.
Melhor fala da Alice nesse filme: "Voltarei assim que você puser o cachorro para fora."
Ok, Itália. A melhor parte do filme. Volturis. Dakota Fanning. Demetri. Michael Sheen. Felix dando uma surra no Edward. Muito bom. E os efeitos de luta ficaram ótimos, com o som de pedra que deve ter, e rachaduras na pele de mármore dos vampiros.
Na volta da Itália, mais cenas fofas Beward. E então, a conversa Jacob/Edward foi bem feita também.
E... "Marry me, Bella." Fim. Bom, quem já leu sabe o que acontece, e não é tão cliffhanger assim. Mas pra quem não leu, suponho que tenha sido uma boa surpresa. Pra mim, foi uma boa cena, com o suspense crescendo aos poucos sobre qual a "condição" dele pra transformá-la.
Resumindo? Gostei. Muito. Obrigada, Chris Weitz.
E alguém pode por favor fazer um remake de "Bússola Dourada" e chamar o Chris pra dirigir e fazer direito dessa vez? Kthxbai.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Série Wake

Então, já que esse blog é sobre tudo e nada ao mesmo tempo, aqui vai uma dica de livro: Série Wake, de Lisa McMann. É uma trilogia, formada por Wake, Fade e Gone; sendo que o último tem previsão de lançamento para fevereiro de 2010.



Muito boa a série, envolvente e bem escrita. E será lançada no Brasil pela editora Novo Século, sem data confirmada ainda. Para mais informações, chequem Dream Watchers, primeiro fansite brasileiro de Wake, ou o site oficial da autora, Lisa McMann.


E dica, está havendo um sorteio dos livros no blog da Lisa. Então corram pra lá e participem!


domingo, 18 de outubro de 2009

Sobre nostalgia e tals.

Esses dias, com o dia das crianças, muita gente andou relembrando o passado, geralmente com lembranças alegres/divertidas/sem noção (#TwitteSuaInfancia, oi), e isso me fez pensar e prestar atenção numa coisa - muita gente comentava "eu era feliz e não sabia." E eu não entendo essa parte.
Ora poxa, eu era feliz quando criança. E sabia disso. Tinha plena certeza que era feliz, brincando sem muitas preocupações além de tirar notas decentes na escola para não ficar de recuperação e ter mais tempo para brincar nas férias - devo dizer que funcionou, nunca fiquei de recuperação. Auto-estímulo é o que há. Mas enfim, not my point today.
Meu ponto é, amei minha infância. Aproveitei ao máximo. Brinquei de boneca, andei de bicicleta, patins, me ralei toda caindo, joguei futebol, empinei pipa e joguei pião, videogame nem se fala, pois esse até hoje ainda jogo. Na idade em que meninos e meninas não se misturam, creio que esqueceram de me avisar, pois sempre tive amigos dos dois gêneros. E nunca deixei de apreciar esse fato. E nunca tive pressa de crescer.
Mas, ao mesmo tempo, não digo que foi a melhor época da minha vida. Porque, sem querer soar como um livro de auto ajuda nem nada, a melhor época da minha vida é o agora. Pois hoje ainda tenho amigos de infância, mas tenho muitos outros que fiz mais recentemente, alguns sem os quais eu não saberia viver. Hoje ainda amo os desenhos e seriados antigos, mas também amo muitos atuais. Quanto a livros, nem se fala. Atualmente leio muito mais e me envolvo cada vez mais com as histórias.
Acho que meu ponto com esse falatório todo é simplesmente: não é porque a gente cresce que tem que deixar de gostar das coisas de criança. E não é porque a gente gosta das coisas de criança que temos que deixar de ser adultos, ou deixar de gostar de coisas atuais. Podemos levar nosso passado conosco, ao mesmo tempo em que conhecemos coisas novas e abraçamos nosso futuro. Cada idade tem suas vantagens e desvantagens, e cabe a nós decidirmos como lidar com isso.
Ser "adulto" é meio complicado. Que adolescência que nada, essa fase entre adolescente e adulto é que é a transição realmente difícil. E sempre é mais fácil quando você deixa de desejar estar em outra época e smplesmente se esforça em fazer o melhor possível com o que se tem hoje.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

HP6: yay or nay?

Mais um filme da série Harry Potter lançado, mais uma vez nós fãs temos elogios e críticas a fazer. Agora que já assisti o filme pela segunda vez, vou fazer uma pequena crítica do ponto de vista de alguém que já desistiu de esperar muita coisa dos filmes, e talvez por isso consiga aproveitar mais as partes boas de cada um deles. Ah sim, se você ainda não leu os livros, spoilers em praticamente todas as linhas daqui pra frente. E deixa de preguiça e vá ler! ;D


Primeiro: Gostei do começo. Continuar de onde o quinto parou é uma idéia interessante, e já ajuda a ilustrar a mudança na atitude do Dumbledore do 5, onde ele se mostrava distante e desinteressado, e procurava evitar todo e qualquer contato com o Harry. No 6 ele volta a ser o mentor/amigo/avô que todos conhecem, e que melhor jeito de mostrar isso que Dumbledore protegendo Harry dos paparazzi?


Aquela cena na lanchonete foi no mínimo estranha, já que a garçonete aparentava ser uns 10 anos mais velha que o Radcliffe. Pedofilia, wtf?! Mas Dumby aparatar ao lado de um outdoor que diz "Magia Divina" foi um bom toque! Seguindo em frente, Harry aparata pela primeira vez e é bem similar ao que é descrito no livro, sem reclamações aí. E a cena do Slughorn também foi parecida o bastante, com um toque de suspense a mais ao perceber que o sangue de dragão está no teto, e não nas paredes.

Mas depois cai a ficha... Sem Dursleys? De novo?! E nesse filme isso significa que a gente nunca vai ver Dumby dando bronca nos tios por maltratarem Harry. =/ Já a chegada à Toca foi interessante, e engraçada!


Então somos levados a Spinner's End, onde Snape mora quando não está em Hogwarts, e a cena é similar bastante ao livro, com o bônus de ver Helena Bonham Carter como Bellatrix. Que passou a ser uma das minhas personagens favoritas, diga-se de passagem. A loja de Fred e Jorge também ficou muito boa, e a cena na Borgin e Burke's ficou interessante, apesar de diferente. No trem, mais uma vez somos levados para dentro do livro, com Harry espionando Draco, sendo descoberto e petrificado. Porém, ele é salvo por Luna. Muitos fãs já reclamaram sobre essa mudança, mas apesar de amar a Tonks, não me incomodei com essa troca. Não é essencial ao livro, e Evanna Lynch é uma ótima Luna.


Pulando algumas partes pra não ficar tão grande, Harry pega o livro do Prícipe Mestiço no armário da sala de Poções, e passa a ser o melhor na matéria. Temos Quadribol, Harry capitão, Rony e Ginny no time, Hermione usando Confundus no McLaggen, Rony vencendo jogo porque achava que tinha tomado Felix Felicis, etc etc. Bem parecido com o livro. Porém, no filme Ginny seria melhor capitã que Harry, aparentemente.


Então, Hogsmeade e Katie sendo atacada. Só eu achei estranho eles não terem corrido pra perto dela, pra tentar ajudar? Mas enfim. Mais uma vez, seguiram o livro.

Temos as memórias de Tom Riddle, porém só as do Dumbledore e do Slughorn. O que significa nada de Gaunts, nada de ver Merope ou Tom Senior. Mas também significa nada de ver as possíveis Horcruxes. E quando as Horcruxes são explicadas, Dumby não menciona quais objetos podem ser, nem o padrão que Voldie utiliza pra decidir que objeto usar. Ah bem. Imagino que o Harry vá ter uma visão a la Alice Cullen, então. Ou achar uma lista de Horcruxes assinada pelo Voldie. [/sarcasmo]Porém, gostei do detalhe de o anel "reagir" ao ser tocado pelo Harry. Foi uma referência muito legal, apesar de inexistente nos livros.


Sobre o romance do filme, Lavender x Rony ficou muito bom, Lavender era irritante assim como no livro, e a Emma tava dando uma dor no coração só de olhar pra cara dela. Sobre Harry x Ginny... Nunca gostei do casal nem nos livros. Mas no filme ficou pior. Eles passam o filme todo construindo um possível relacionamento entre os dois, e no fim não acontece quase nada. Até Rony x Hermione tiveram um desenvolvimento maior. E nada de Bill x Fleur? Será que vai ter casamento no próximo filme? Ou vão trocar Bill x Fleur por Lupin x Tonks?


Ah sim, quase esqueço, a cena do enterro do Aragog/Harry drogado com Felix Felicis ficou hilária! PUF!


Agora partindo pras partes mais sérias... A cena da caverna parece que foi filmada dentro do livro. Ficou muito boa, apesar dos Inferi serem a cara do Gollum. Acho que é uma das poucas cenas em que, apesar de saber o que acontecia, muita gente se assustou. As reclamações que tenho dessa cena são do filme, não do livro, então indo em frente... Dumbie e Harry de volta à torre. Harry deveria ser petrificado, mas não é. Deveria estar usando a Capa, mas não está. Superando essas coisas, vemos o Draco. E é a primeira vez que senti tanta emoção vindo dele. Tom Felton tá de parabéns. Ele e Dumbledore conversando na torre é uma das melhores cenas ever. Então os outros comensais chegam, Snape dá o Avada, Bellatrix é Bellatrix e me faz rir logo depois da morte do Dumbledore, casa do Hagrid pega fogo, Snape e os outros fogem, e Harry e os outros vêem o corpo. A cena das varinhas iluminadas apagando a Marca Negra ficou interessante.


Daí temos Harry, Rony e Hermione na torre, onde lêem o bilhete de RAB (que, pasmem, é igual ao do livro, palavra por palavra. Ponto pro Yates.) e Harry diz que vai em busca das Horcruxes e Hermione fala o que todos nós queríamos dizer a Harry há muito tempo... "Você é muito corajoso... Mas às vezes é muito burro." XD


Fawkes vai embora... E o filme acaba. Ficou um final fraco, e acho que 5 minutos a mais de filme pra incluir o funeral, ou pelo menos parte dele, não iria matar ninguém.


No geral, foi um filme bom. Provavelmente melhor que os dois primeiros, pra mim.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Botando ordem nessa budega.

Primeiro post (de verdade heh). Hmm, o que dizer?


Depois de muito adiar, pensar, e deixar pra fazer um blog depois #cofpreguiçacof#, finalmente montei um! Por que agora, você me pergunta... Bom, pra ser sincera, pra servir de cobaia no Dreamweaver. Simples assim. Maas, vou tentar postar regularmente. ;D


Agora, o motivo do nome. Porque sim, tem um motivo, apesar de eu ser uma pessoa geralmente aleatória. "Corda de Pular" vem da música "Jump Rope", do Blue October.




Essa música:
http://www.youtube.com/watch?v=g7eyqCQYBGY




Por que essa música? Só olhar a letra. "There will be a bump and there will be a bruise, There will be alarms and there will be a snooze." Tem de tudo na vida, não só coisas boas, não só coisas ruim, não só coisas entediantes, não só coisas interessantes. Às vezes você está pra cima, às vezes pra baixo; logo, como uma corda de pular. E assim como a corda, isso só deixa tudo mais interessante.